

domingo, 10/05/2026 – 10h40
Policiais militares da 9ª CIPM recuperaram uma motocicleta com restrição de roubo na manhã de sábado (9), no bairro de São Caetano, em Salvador. Segundo a Polícia Militar (PM-BA), a guarnição realizava rondas na região quando foi acionada por um homem que informou ter sido vítima de assalto no bairro de Marechal Rondon.
Ainda de acordo com o relato, o sistema de rastreamento por GPS indicava que o veículo estaria localizado na Rua Travessa Esperanto, em São Caetano.
Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais realizaram a consulta veicular e constataram que a motocicleta tinha registro de roubo. Não há informações se alguém foi preso.
O veículo foi encaminhado para a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV), onde foram adotadas as medidas cabíveis.

domingo, 10/05/2026 – 10h20
Um acidente que envolveu uma carreta e um carro de passeio deixou uma pessoa morta emn um trecho da BR-242, em Barreiras
, no Extremo Oeste baiano. Segundo o Portal Velho Chico News
, parceiro do Bahia Notícias, a vítima foi identificada como José Dantas da Silva, de 66 anos, que dirigia o veículo menor.
A suspeita é que o Fiat Palio Weekend teria invadido a pista contrária, o que provocou a colisão com a carreta. O condutor do caminhão, que não sofreu ferimentos, afirmou que tentou evitar o impacto.
Equipes do Samu foram acionadas, mas a vítima foi óbito no local. O Corpo de Bombeiros realizou a retirada do corpo, que ficou preso às ferragens do veículo.
Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o idoso era natural de Japi, no Rio Grande do Norte. O acidente ocorreu na última sexta-feira (8). As causas do ocorrido devem ser apuradas.

domingo, 10/05/2026 – 09h40
O caso envolvendo a fabricante de produtos de limpeza Ypê virou símbolo do que é o ‘Fla-Flu’ na política brasileira. A empresa, que tem como dono apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, virou alvo de debates nas redes sociais após ter parte de sua produção suspensa por determinação da Anvisa
(Agência Nacional de Vigilância Sanitária) na última quinta-feira (7).
A Ypê declarou, em nota divulgada à imprensa neste sábado (9), que manterá suspensa a linha de produção de detergentes, lava roupas líquidos e desinfetantes que fazem parte do lote com final 1, mesmo com um efeito suspensivo obtido
contra a decisão da Anvisa.
A Química Amparo, dona da marca Ypê, é controlada pelos irmãos Waldir Beira Júnior, Jorge Beira e Ricardo Beira. São herdeiros de Waldyr Beira, fundador do negócio que morreu em um acidente no trabalho. Nas eleições de 2022, quatro integrantes da família doaram, juntos, R$ 1,5 milhão para apoiar a candidatura de Jair Bolsonaro, que tentava se reeleger naquele momento.
Apoiadores do ex-presidente iniciaram uma campanha a favor da empresa nas redes sociais. Até artistas endossaram as críticas contra órgãos sanitários. Nas redes, bolsonaristas dizem que a empresa é alvo de perseguição e represália por parte do governo Lula.
O ator global Júlio Rocha e a cantora Jojo Toddynho foram alguns dos famosos que endossaram os críticos à suspensão. Rocha disse “já tomei banho com Ypê” no Instagram, enquanto a cantora afirmou que não abriria mão de usar produtos do lote suspenso pela Anvisa.
Enquanto isso, os órgãos sanitários pedem cautela. O CVS (Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo) reforçou, em nota enviada à Folha, que o risco sanitário permanece, portanto não recomenda que consumidores utilizem produtos do lote 1.
O trabalho de avaliação tem sido realizado entre Anvisa, CVS e a Vigilância Sanitária do município de Amparo, no interior de São Paulo.
Segundo o comunicado, a liminar obtida pela empresa não libera consumidores ao uso ou a venda dos produtos do lote possivelmente infectado. “O CVS esclarece que a avaliação técnica sobre o risco sanitário permanece mantida. A apresentação de recurso administrativo pela empresa segue o rito previsto na legislação vigente e será analisada pela Anvisa, sem alterar, até o momento, a avaliação decorrente da inspeção”, diz.
Os órgãos sanitários apontam que a inspeção realizada na última semana identificou descumprimentos em etapas essenciais da produção, além de falhas que indicam risco sanitário em diversos produtos.
“A recomendação aos consumidores é que não utilizem os produtos indicados na medida sanitária, que abrange lava louças, sabão líquido para roupas e desinfetantes de lotes específicos da marca”, afirma o CVS. “A mesma recomendação vale para o comércio destes produtos em mercados, supermercados e similares, no sentido de que segreguem os lotes destes produtos e não os coloquem à venda.”
O QUE DIZ A YPÊ SOBRE A ANVISA
“A Ypê esclarece que tem mantido suspensa as linhas de produção da sua fábrica de líquidos desde o último dia 7 de maio, responsáveis pela fabricação dos produtos lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes de número de lote final 1 (um), objeto da RE n. 1834/2026”, afirma a empresa. “Esta medida continua em curso, independentemente do efeito suspensivo obtido com o nosso recurso, e tem como objetivo acelerar o cronograma e a conclusão de medidas apontadas pela Anvisa.”
A empresa diz que tem colaborado com as autoridades na busca por uma solução à situação. Em comunicado divulgado anteriormente, a Ypê diz que recebeu a determinação da Anvisa e que colabora integralmente, “conduzindo todas as ações necessárias com máxima prioridade, responsabilidade e transparência”. A fabricante diz que ampliou a estrutura de atendimento do SAC nesta sexta-feira (8).
QUEM É A YPÊ
Fundada em 1950, a Ypê é líder do mercado de diversas categorias no segmento de higiene e limpeza no país. Segundo estimativas da própria empresa, está presente com seus produtos em cerca de 95% dos lares brasileiros, com um portfólio com mais de 450 itens diferentes em 23 categorias. Também é dona de marcas como Assolan, Atol, Tixan, entre outras.
A matriz da companhia é em Amparo, a 129 km de São Paulo. De capital fechado, a empresa emprega mais de 7.000 pessoas e conta com complexos fabris em Salto (SP), Simões Filho (BA), Anápolis (GO), Goiânia (GO), Itajubá (MG) e Itapissuma (PE). Ao longo do tempo, a dona da Ypê se tornou uma concorrente de peso para a gigante Unilever, dona também do limpador e desinfetante Cif, e da P&G, dona das marcas Ariel, Downy, Ace.
QUE PRODUTOS FORAM SUSPENSOS?
De acordo com a Anvisa, somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados:
Lava-louças Ypê Clear Care
Lava-louças com enzimas ativas Ypê
Lava-louças Ypê
Lava-louças Ypê Toque Suave
Lava-louças Concentrado Ypê Green
Lava-louças Ypê Clear
Lava-louças Ypê Green
Lava-roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
Lava-roupas líquido
Tixan Ypê Cuida das Roupas
Lava-roupas líquido Tixan Ypê Antibac
Lava-roupas líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
Lava-roupas líquido Tixan Ypê Green
Lava-roupas líquido Ypê Express
Lava-roupas líquido Ypê Power Act
Lava-roupas líquido Ypê Premium
Lava-roupas Tixan Maciez
Lava-roupas Tixan Primavera
Desinfetante Bak Ypê
Desinfetante de uso geral Atol
Desinfetante perfumado Atol
Desinfetante Pinho Ypê
Lava-roupas Tixan Power Act
RAIO-X
Fundação: 1950
Sede: Amparo (SP)
Funcionários: 7.300
Marcas: Ypê, Tixan, Banho a Banho, Flor de Ypê, Siene, Perfex, Assolan, Atol
Fábricas: Amparo (SP), Salto (SP), Simões Filho (BA), Anápolis (GO), Goiânia (GO), Itajubá (MG) e Itapissuma (PE)
Concorrentes: Unilever, P&G, Reckitt, Flora, Limppano, Bombril
Faturamento: R$ 10 bilhões

domingo, 10/05/2026 – 09h20
Três veículos foram removidos e duas festas do tipo paredão foram encerradas neste sábado (9) em Salvador. As ações foram realizadas pela Polícia Militar (PM-BA) em mais uma Operação Paredão, de combate à perturbação do sossego público e à poluição sonora.
Segundo a PM, 64 pessoas e 18 veículos foram abordados ao longo da ação. Além disso, seis estabelecimentos comerciais passaram por fiscalização. Em uma das ocorrências registradas em Pirajá, militares empregados na operação removeram um veículo com equipamento de som automotivo irregular na Praça General Labatut.
Conforme a corporação, os policiais foram acionados após denúncia de perturbação do sossego público. No local, foi identificado som em volume, causando transtornos à comunidade.
Ainda de acordo com a PM, foi concedido prazo para regularização, mas, como a situação não foi resolvida, o automóvel acabou removido ao pátio do Detran.


domingo, 10/05/2026 – 08h20
A Corregedoria Nacional de Justiça proibiu pagamentos que excedam o teto salarial do funcionalismo público, anulou a criação de penduricalhos ou pediu investigações em folhas salariais em três tribunais estaduais entre a noite de quinta-feira (7) e o início da tarde de sexta-feira (8).
As decisões foram assinadas pelo ministro corregedor Mauro Campbell e abrangeram os Tribunais de Justiça do Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás.
No Paraná, o corregedor anulou a criação da função de magistrado tutor no âmbito do programa de residência jurídica, de formador, de supervisor de estágio de pós-graduação e graduação.
“A norma em questão, ao instituir gratificações ou encargos para funções de tutoria, formação e supervisão no âmbito da residência jurídica, colide com a essência da tese firmada pelo Supremo Tribunal Federal”, argumenta.
De acordo com o TJ-PR (Tribunal de Justiça do Estado do Paraná), a criação da função teve sua eficácia suspensa e não haviam sido feitos pagamentos até aquele momento.
Apesar disso, o corregedor argumentou que “a existência de um ato normativo que preveja tais pagamentos, mesmo que paralisado temporariamente, gera insegurança jurídica”.
Em relação ao TJ-MS (Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul), o ministro ordenou o envio de todas as folhas de pagamento dos magistrados ativos, inativos e pensionistas sobre o mês de abril deste ano, além do espelho dos pagamentos para maio. A informação subsidiará apuração da Corregedoria.
O TJ-GO (Tribunal de Justiça do Estado de Goiás) foi ordenado a liminar imediatamente o pagamento de todos os magistrados ao teto do funcionalismo, que atualmente é de R$ 46.366,19.
O ministro afirmou que está vedado o repasse de qualquer excedente, sobre qualquer pretexto, “até que seja concluída uma auditoria minuciosa e independente nas folhas de pagamento da corte”. A fiscalização deverá abranger, no mínimo, os meses de março e abril e ser feita a partir do compartilhamento integral das bases de dados e contracheques.
Campbell também disse que qualquer movimentação financeira, pagamento de gratificação, indenização ou vantagem pecuniária destinada a servidores ou magistrados deverá ser submetida à autorização prévia da Corregedoria, a fim de resguardar o erário e garantir transparência, e advertiu que a gestão do TJ-GO será analisada a partir da legislação sobre improbidade administrativa.
As decisões do corregedor se alinham a alertas feitos pelos ministros do STF sobre o descumprimento da decisão do tribunal que visou extinguir pagamentos extras para magistratura e o Ministério Público em março.
Na última quarta (6), os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin reiteraram que estão “absolutamente vedados” a criação e o pagamento de penduricalhos que não estejam autorizados pela tese da corte sobre supersalários.
As manifestações foram feitas após diversos órgãos tentarem criar adicionais salariais, mesmo depois do julgamento no STF para barrar parte dos penduricalhos. Como mostrou a Folha, 14 iniciativas em tribunais e Ministérios Públicos de ao menos oito estados regulamentaram ou discutiram criar penduricalhos depois da decisão.
Dois dias depois, os ministros fizeram um novo alerta e disseram haver drible à decisão da corte, como por meio da reclassificação de comarcas de difícil acesso, que costumam gerar indenizações. Eles também determinaram a proibição do recebimento de valores em mais de um contracheque para garantir transparência.

domingo, 10/05/2026 – 07h40
Um jovem de 19 anos foi morto em uma ação policial no bairro de Valéria, em Salvador, na noite de sexta-feira (8). O crime aconteceu após uma troca de tiros entre policiais e suspeitos no bairro. A Polícia Cvil informou que dois homens invadiram uma casa, fizeram os moradores reféns e trocaram mais tiros com os agentes.
No entanto, a família de Lucas Mendes de Jesus afirma que ele não tinha envolvimento com o crime e estava dentro da casa no momento em que o local foi invadido por apenas um suspeito armado. Segundo testemunhas, o garoto tentou proteger a mãe após ela ser feita refém. No local, um outro homem morreu e um policial foi baleado na mesma ocorrência.
Além do jovem, os três irmãos, a mãe e um amigo de Lucas estavam no imóvel. A versão da família é que o garoto tentou proteger a mãe, que teve uma arma apontada para a cabeça pelo suspeito.
Durante a ação da polícia, Lucas e o suspeito foram atingidos e morreram. O policial militar Ramon Santos Nascimento foi baleado na mão e no abdômen, e socorrido pelos colegas. Não há informações sobre o estado de saúde dele.
Em resposta ao ocorrido, amigos e familiares de Lucas fizeram um protesto no bairro de Valéria neste sábado (9). Eles colocaram fogo nos pneus e impediram a circulação de veículos em parte do bairro. O protesto foi encerrado por volta de 13h, após os manifestantes fazerem um acordo com o Corpo de Bombeiros.

domingo, 10/05/2026 – 07h20
Uma mulher de 41 anos foi morta a facadas pelo irmão, neste sábado (9), enquanto dormia. O episódio ocorreu em Itaberaba, a 163 km de Feira de Santana. Segundo testemunhas, a vítima, identificada como Jéssica Rangel da Silva, chegou a ser socorrida para uma unidade médica, mas não resistiu aos ferimentos.
O suspeito do crime, identificado como Silvestre Rangel da Silva, de 39 anos, foi preso em flagrante. Ele foi localizado por policiais militares enquanto era agredido por populares. Ele recebeu atendimento médico e foi apresentado na delegacia.As informações são do g1.
Guias para perícia e remoção foram expedidas. Ainda não há detalhes sobre velório e sepultamento do corpo da vítima. O caso é investigado pela 1ª Delegacia Territorial (DT/Itaberaba).